"Não sei se é possível algo como um sistema coerente para ler as imagens, similar àquele que criamos para ler a escrita (um sistema implícito no próprio código que estamos decifrando). Talvez, em contraste com um texto escrito no qual o significado dos signos deve ser estabelecido antes que eles possam ser gravados, na argila, ou (...) o código que nos habilita a ler uma imagem, conquanto impregnado por nossos conhecimentos anteriores, é criado após a imagem se constituir - de um modo muito semelhante àquele com que criamos ou imaginamos significados para o mundo à nossa volta, construíndo acom audácia, a partir desses siginificados, um senso moral e ético, para vivermos." (MANGUEL, p. 33)
segunda-feira, 21 de abril de 2008
ALBERTO MANGUEL
Lendo imagens, uma história de amor e ódio
"Não sei se é possível algo como um sistema coerente para ler as imagens, similar àquele que criamos para ler a escrita (um sistema implícito no próprio código que estamos decifrando). Talvez, em contraste com um texto escrito no qual o significado dos signos deve ser estabelecido antes que eles possam ser gravados, na argila, ou (...) o código que nos habilita a ler uma imagem, conquanto impregnado por nossos conhecimentos anteriores, é criado após a imagem se constituir - de um modo muito semelhante àquele com que criamos ou imaginamos significados para o mundo à nossa volta, construíndo acom audácia, a partir desses siginificados, um senso moral e ético, para vivermos." (MANGUEL, p. 33)
"Não sei se é possível algo como um sistema coerente para ler as imagens, similar àquele que criamos para ler a escrita (um sistema implícito no próprio código que estamos decifrando). Talvez, em contraste com um texto escrito no qual o significado dos signos deve ser estabelecido antes que eles possam ser gravados, na argila, ou (...) o código que nos habilita a ler uma imagem, conquanto impregnado por nossos conhecimentos anteriores, é criado após a imagem se constituir - de um modo muito semelhante àquele com que criamos ou imaginamos significados para o mundo à nossa volta, construíndo acom audácia, a partir desses siginificados, um senso moral e ético, para vivermos." (MANGUEL, p. 33)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário